
No ano passado produzi um conteúdo para o Dicas de Mulher sobre amor-próprio. Para falar sobre o assunto, entrevistei a psicóloga Aline Silva e agora trago pedaços dessa matéria para relacionar o tema com os meus livros.
Você sabe por que é importante ter amor-próprio, os sinais da falta dele e como se amar em primeiro lugar? Às vezes a gente nem imagina que determinadas atitudes são um alerta sobre o quanto não temos amor-próprio.
O que é amor-próprio?
“Aline explica que ter amor-próprio envolve valorizar e respeitar a si, reconhecendo e aceitando suas virtudes e defeitos. É identificar as suas próprias necessidades e cuidar de si em todos os aspectos da vida, nutrindo um carinho por você mesma”.
Por que é importante ter amor-próprio?
- Autoconhecimento;
- Lidar melhor com críticas;
- Saber dar limites e dizer não;
- Responsabilidade por suas ações;
- Melhora da autoestima e autoconfiança;
- “Ter amor-próprio contribui para uma melhora da qualidade de vida, resultado de um autocuidado com a saúde emocional, mental e física”.
Sinais da falta de amor-próprio
- Aceitar relações tóxicas;
- Não expressar sua opinião;
- Dar muito valor para opiniões alheias;
- Não se sentir merecedora;
- Não gostar de si mesma;
- Autocrítica destrutiva;
- Dificuldade em estabelecer limites;
- Dificuldade em se perdoar pelos próprios erros.
Como ter mais amor-próprio
- Pratique o autoconhecimento: “reconhecer suas qualidades e defeitos é o primeiro passo para aceitá-los e se conhecer melhor”;
- Perdoe seus próprios erros: “é importante fazer isso, acolhendo os sentimentos negativos provocados. Tenha empatia com você mesma”;
- Pratique a autocompaixão: “buscar atividades que tragam alegria e satisfação, tomando decisões baseadas no que é melhor para você”;
Trechos retirados da matéria original produzida para o Dicas de Mulher.
Como o tema se relaciona com os meus livros
Quem já teve contato com algum dos meus livros sabe que eu adoro brincar com as nuances da mente. A história tem um toque muito psicológico, no qual você se conecta com a personagem por meio de suas ações e pensamentos.
Na questão de amor-próprio, dois livros são muito fortes no assunto. O primeiro foi a Duologia Diário da garota em crise e Para Sempre e o segundo foi Amor, destino final.
No primeiro acompanhamos a protagonista Ana Lastra e descobrimos que “ela se odeia muito”, pelas atitudes que toma, como aceitar migalhas de atenção e dar valor para amizades e pessoas tóxicas. Ana tenta se encaixar, faz de tudo para agradar, corre atrás de Brunno como se ele fosse um sol e ela um planeta em sua órbita, sem perceber que, mesmo sem uma intenção maldosa, ele se aproveita disso. Ela não tem forças e muito menos coragem para dar um basta, se perdoar e se olhar com carinho. O livro também aborda amores não correspondidos, insegurança, bullying, depressão e suicídio, temas que em breve vou abordar por aqui.
Já em Amor, destino final, o leitor acompanha Luna Becker, uma escritora que acaba de realizar o sonho de publicação de seu livro. A protagonista tem várias questões mal resolvidas com o passado e carrega uma culpa que nem deveria ser dela. Com isso, tem inseguranças e não acha que é merecedora de viver um amor e muito menos de viver coisas boas em sua carreira. Tanto que, quando a verdade sobre o golpe da editora vem a tona, ela realmente pensa em desistir, por acreditar que “merece que tudo dê errado”. Aí a falta de amor-próprio, Luna se doa pelos outros, mas esquece de olhar para si, de ter uma dose, mesmo que pequena, de autocuidado. No fim ela vai aprender exatamente isso, que dentre todos os amores, sempre devemos escolher o próprio em primeiro lugar. Este deve ser o nosso destino final. O livro aborda também relações familiares, demissexualidade e ansiedade – e sim, nós vamos falar disso aqui também.
Se você quiser ler o conteúdo completo sobre amor-próprio da entrevista que fiz com a Aline, clique aqui!
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